7 de outubro de 2009

Continue andando

Vemos a vida de diferentes ângulos, seus olhos nunca vão ver o que vejo, mas por maiores que são as dificuldades, todos os caminhos devem levar ao mesmo lugar, pra frente. 

Continue andando, mesmo que seus olhos não veja onde quer chegar, assim como no mar não vemos terra firme, mas tão logo chegamos em terra, assim como não vemos o outro lado do horizonte em um vôo, assim como não vemos o futuro, mas continuamos andando. 

Quando suas pernas doem e seus caminhos se tornam tortuosos, mesmo que sofra, continue andando, quanto mais rápido chegar menos irá doer, pois a alegria da chegada será maior que a dor da trajetória. 

Quando as costas estiverem em cacos e o sol em sua cabeça já afetar os pensamentos, pare, se refresque com água mesmo, mas continue andando. 

Não pare de andar, não desista, a vida é única e a oportunidade também, o pequeno esforço a mais que fará sobre todo o esforço que já fez que lhe trará a conquista, a vida não é uma corrida onde o que chegar primeiro é o ganhador, mas sim uma viajem onde o que mais aproveitar a paisagem saíram ganhando, mas não sobre os outros oponentes, mas sim para si mesmo.

29 de setembro de 2009

Soul Music

Deixem o idolos e tudo mais com as musiquinhas que eles acham que são boas pra eles, no metro, no onibus, na rua, o verdadeiro SOUL MUSIC nunca morre.


23 de setembro de 2009

Lágrimas (Antigos 2)

Este é o segundo texto que encontrei nos meus arquivos.

Lágrimas

Chorei ao abrir a porta, mas nada sabia dessas lagrimas que minavam da alma, pelo que sei da tristeza rasga o ventre, mas não, essas lagrimas se esvaem por uma mera desilusão.

A vida tem dessas coisas, ou as coisas tem dessa vida um pressagio de alegria e solidão, nesse nosso mundinho a gente esquece da beleza da tinta que escorre pelas paredes do horizonte, em reluzente por de sol.

Nada mais longe do coração que a solidão, quanto mais perto das garras do escuro, mas longe de si e mais entranhado no nada. Corro por corredores tremulo, mas nada disso seria fácil pra quem ainda vive tentado estar em pé.

Soluço o escuro, nada além de notas emanam do ser, acordes graves e com pouco ritmo, nada além daquelas cordas para se por a expressar.

Levanto daquela sala, quadros e mascaras, saio pela rua, nada mais vazio que a rua, afinal não estou procurando me encher, mas sim não esvaziar por completo.

Sim a vida é uma bela folha ao vento que quando está presa ao galho é viva, mas não feliz, quando voa ao vento seca, mas conhece um mundo totalmente diferente daquele galho que lhe provinha vida.

Assim se passam os dias de uma vida com diversas lembranças que não servem pra nada, de dias que os olhos procuram o teto, de risos sem nexo.

A Culpa (Antigos 1)

Hoje encontrei vários textos que estão a muito no meu micro, coisas que escrevi a um bom tempo e não havia lido para publica-los, ai está o primeiro.

A Culpa

A culpa que corroia pelo sangue, todas as recusas e punições que foram utilizadas para esquecer, que só piorava as crenças que o prazer rejeitado seria a forma de encontrar a resposta, foram os dias que as decisões passadas podem pesar por muito tempo.

A vontade de ser feliz, o conhecimento próprio pode ajudar a solucionar tudo, entender os motivos disso são difíceis, mas somos nossos maiores sabotadores, somos responsáveis pelo que escrevemos, somos responsáveis pelo que sentimos, sim, somos, somos responsáveis pelo que decidimos.

A felicidade pode ser escolhida, o vazio que sentimos as vezes pode ser um sinal de auto-sabotagem, auto flagelo e encontrar os motivos desse calvário não é fácil.

As decisões que tivemos sem remorso e sem culpa, que com o passar do tempo continuamos acreditando são verdadeiros bálsamos em nossa mente, mas a culpa que sentimos pelo que ouvimos e pelo que nos responsabilizam são difíceis de esquecer.

Sim acabou, o tempo de acreditar que minhas decisões tem necessariamente que fazer bem para todos acabou, que temos que nos responsabilizar pelo que não somos responsáveis já foi.

Foi-se o tempo de acreditar no que os outros acreditam, que os outros acham, pessoas foram de contexto que não conhecia os motivos, só as aparências.

Foram as aparências, a tristeza de alguns momentos e a felicidade do “viver e não ter a vergonha de ser feliz” ficam, a identidade de um ser único e a vontade de ser melhor sempre persistem.

Acabou a culpa.