7 de outubro de 2009
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29 de setembro de 2009
Soul Music
23 de setembro de 2009
Lágrimas (Antigos 2)
Lágrimas
Chorei ao abrir a porta, mas nada sabia dessas lagrimas que minavam da alma, pelo que sei da tristeza rasga o ventre, mas não, essas lagrimas se esvaem por uma mera desilusão.
A vida tem dessas coisas, ou as coisas tem dessa vida um pressagio de alegria e solidão, nesse nosso mundinho a gente esquece da beleza da tinta que escorre pelas paredes do horizonte, em reluzente por de sol.
Nada mais longe do coração que a solidão, quanto mais perto das garras do escuro, mas longe de si e mais entranhado no nada. Corro por corredores tremulo, mas nada disso seria fácil pra quem ainda vive tentado estar em pé.
Soluço o escuro, nada além de notas emanam do ser, acordes graves e com pouco ritmo, nada além daquelas cordas para se por a expressar.
Levanto daquela sala, quadros e mascaras, saio pela rua, nada mais vazio que a rua, afinal não estou procurando me encher, mas sim não esvaziar por completo.
Sim a vida é uma bela folha ao vento que quando está presa ao galho é viva, mas não feliz, quando voa ao vento seca, mas conhece um mundo totalmente diferente daquele galho que lhe provinha vida.
Assim se passam os dias de uma vida com diversas lembranças que não servem pra nada, de dias que os olhos procuram o teto, de risos sem nexo.